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Amonde

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 - História do Amonde -

 Um pouco de história sobre o Amonde:

     Amonde é uma freguesia do concelho de Viana do Castelo, que ocupa um território de 604 ha num alto alvéolo da bacia do Âncora em plena Serra de Arga e a uma distância de 20 km da sede concelhia. Tem por vizinhas as freguesias de Vilar de Murteda , Nogueira e Outeiro a sul, Montaria a nascente, Freixieiro de Soutelo e Outeiro a Poente, e a norte ainda Montaria e a freguesia de Orbacém pertencente ao concelho de Caminha.
      A primeira referência conhecida a esta igreja remonta ao seculo X. Era então denominada “Onomondi”.
      Em 1258. na lista das igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho, elaborada por ocasião das Inquirições de D. Afonso III, é citada como uma das igrejas perten­centes ao bispado de Tui.
      Em 1320, no catálogo das mesmas igrejas, mandado elaborar pelo rei D. Dinis, para pagamento de taxa, Santa Maria de Amon­de rendia 90 libras.
      Em 1444, D. João 1 conseguiu do papa que este território fosse desmembrado do bispa­do de Tui passando a pertencer ao de Ceu­ta, onde se manteve até 1512. Neste ano, o arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa, deu a D. Henrique, bispo de Ceuta, a comarca eclesiástica de Olivença, recebendo em tro­ca a de Valença do Minho. Em 1513, o papa Leão X aprovou a permuta.
      Em 1546, no registo da avaliação, a que se procedeu no tempo do arcebispo D. Manuel de Sousa, dos benefícios eclesiásticos pertencentes à comarca de Valença do Minho. Santa Maria de Amonde rendia 14 mil réis. Na cópia de 1580 do Censual de D. Frei BaItazar Limpo, esta igreja é referida como sendo anexa ao mosteiro de São Salvador da Torre e a capela do Corporal, igualmen­te anexa aquele mosteiro. Diz-se também neste documento que um beneficiado na igreja de Guimarães possuia Amonde em vida.
      Segundo Américo Costa foi abadia da apresentação do convento de São Domingos de Viana, com reserva do Ordinário. P. Marques porém, afirmou ser esta igreja da apresentação alternativa da Mitra e dos religiosos de Sãp Domingos.
      No lugar de Tourim, pertencente a esta freguesia, há uma antiga ponte, sobre o rio Âncora, em cavalete, de arco redondo e aduelas altas e grossas. Muitas vezes considerada como romana, possui ainda, de facto, parte das suas fundações romanas, tendo sido reconstruída na época medieval.
      A ponte de Tourim fez parte integrante de um dos mais importantes ‘caminhos de Santiago”, trilhado por milhares de peregrinos e fundamental para o desenvolvimento económico desta região.
      A ponte actual, embora mantenha a traça medieval, corresponde já a uma reconstrução da Idade Moderna. possivelmente entre os sécs. XVII e XVIII.
      A ponte dos “Perros em xisto merece ainda nesta freguesia uma atenção especial. Nos aspectos turísticos à que destacar as belezas ribeirinhas do rio Âncora com seus moinhos, com seus locais aprazíveis para os banhistas e também para os amantes da pesca artesanal.

 
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